Trago-lhes uma história. Muitos aqui sabem que um dos meus escritores favoritos, senão o favorito, é Edgar Allan Poe. Um dos meus sonhos é poder visitar seu museu, em Boston, nos EUA, e poder ver de perto um pouco mais sobre essa pessoa que considero extraordinária no campo literário. Hoje, contarei meu encontro com o sr. Poe.
Ingredientes incluem literatura, opinião, computação, poesia, música. Pode conter traços de política e outros intensificadores de sabor. Alérgenos: contém verdade e sentimentalismo.
terça-feira, 17 de março de 2020
terça-feira, 10 de dezembro de 2019
Posfácio #3 - Nós
- Crítica anterior: eleanor & park
- Crítica seguinte: O Homem Duplicado
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Nós
Ano: 1924
Gênero: Distopia
Sinopse
D-503 é um engenheiro que vive pleno e feliz (exatamente como ordena o grandioso Estado Único), mas começa a duvidar das próprias convicções ao conhecer uma misteriosa mulher que comete a ousadia de burlar regras, e que o contamina com a doença chamada imaginação. Escrita em 1923, a renomada distopia Nós imaginou a vida sob um governo totalitário que eliminou por completo a noção de individualidade, em uma história que inspirou clássicos como 1984 e Admirável mundo novo. [retirada do livro]
domingo, 1 de dezembro de 2019
Cultura de cancelamento: um exemplo histórico do seu perigo
Hoje de manhã, eu finalmente terminei de ler "Nós", de Eugene Zamyátin. Foi uma grande experiência literária, e uma resenha do livro virá logo em breve, não se preocupem. Mas, antes de discutirmos a história e estilo encantador e sinestésico da sua narrativa, acho que seria uma boa falarmos um pouco sobre o autor e sobre a tão famosa cultura de cancelamento - e por que eu penso que isso é um comportamento preocupantemente aceitável nos dias de hoje.
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
Posfácio #2 - eleanor & park
eleanor & park
- Autora: Rainbow Rowell
- Ano: 2012
- Gênero: romance de amor; ficção juvenil
domingo, 29 de setembro de 2019
o relato da expedição sem bússola
A vida é uma enorme sucessão de problemas, às vezes temperada com alegria, esperança e paz, para fazer contraste com o amargor dos fracassos e, assim, proporcionar uma boa refeição existencial. Cada um de nós possui uma maneira diferente de lidar com os fatos e com essa realidade inescapável. Há quem veja a maximização do prazer como o propósito último e inerente ao ser humano. Outros preferem abraçar a indiferença silenciosa do universo. Juntamente com esses pensamentos, nascem os instrumentos pelos quais nós veiculamos nossas biópsias frequentes, nosso derramar de emoções e sentimentos. Julgo pertinente dar-lhes o nome de arte.
quinta-feira, 29 de agosto de 2019
Afinal, HTML é ou não é linguagem de programação?
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<h3> A (im)popularidade </h3>
Há um ano, eu decidi ingressar num projeto de software com um amigo meu. Não é uma coisa muito complexa, mas requer tempo, dedicação e estudo consideráveis. Mais recentemente, comecei a aprender o necessário para se montar uma página da Web, já que planejamos uma aplicação em navegador para nosso produto. Entre as ferramentas, está a famosa linguagem HTML (quase sempre vinculada, aliás, com sua parceira inseparável, CSS). O motivo por tamanha fama é bastante simples: ela é o esqueleto de todas as páginas de Internet que você vai encontrar na vida, pelo menos até o momento em que este texto está sendo produzido. É com ela que os sites que você acessa são feitos.
segunda-feira, 1 de julho de 2019
Pós-créditos #2 - Annabelle Comes Home
- Crítica anterior: O Lagosta (The Lobster)
Annabelle Comes Home (Annabelle 3: De Volta Para Casa)
Ficha técnica:
Ano: 2019
Gênero: terror, suspense
Direção: Gary Dauberman
Duração: 106 min (1h46)
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